13 de abril de 2018

Quatro coisas para aprender com Once Upon a Time

Once Upon a Time é uma série de fantasia que conta com vários personagens de contos de fadas que foram levados para o mundo real e tiveram suas memórias perdidas por causa de uma maldição  da Rainha Má. 
A protagonista é Emma, a filha da Branca de Neve, e minha personagem favorita.
Das seis temporadas que assisti, já tiveram a Cinderela, Ariel, Elsa, rei Arthur, Bela, Chapeuzinho Vermelho, Peter Pan, entre outros.
A sétima temporada teve sua estreia em outubro de 2017 e dá um novo rumo a história, mudando os personagens e várias outras histórias contadas anteriormente.
Mesmo sendo uma série de contos de fadas, dá para tirar algum aprendizado com ela. Talvez a lista tenha alguns spoilers, então não recomendo ler a explicação dos itens cado você não queira saber o que acontece.
1. Esperança é algo mais importante que podemos ter.
"Eu dei a ele o livro porque eu queria que o Henry tivesse a coisa mais importante que alguém pode  ter: esperança." Branca de Neve
Os personagens enfrentam muitos desafios e muitas maldições, mas algo que sempre os ajuda a prosseguir á a esperança. Branca de Neve sabe que ela e o Príncipe Encantado sempre se encontrarão, não importa o que aconteça para os separar, e isso ainda é um incentivo a mais para eles lutarem.
Mas na vida real, não temos a magia a nosso favor, mesmo assim, podemos considerar também que a esperança é algo importante nos momentos difíceis, quando estamos esperando que algo bom aconteça ou até mesmo quando precisamos que algo mude em nossa vida.

2. Não importa o que fizemos no passado, mas sim o que escolhemos ser no presente.
"Nós podemos ser felizes no futuro ou podemos ficar com raiva sobre o passado." Malévola.
Na série, alguns vilões se tornam heróis. Regina, também conhecida como a Rainha Má, é a melhor personagem para termos de exemplo que é possível fazermos o que é certo, mesmo quando nossa "natureza" diz ao contrário. Capitão Gancho também nos mostra que o nosso lado bom pode prevalecer.
Na vida real, podemos olhar para trás e ver as coisas que fizemos de errado, mas o que somos e o que fazemos hoje é o que realmente importa, claro, se houver um arrependimento sincero.

3. Tudo o que fazemos possui uma consequência.
"Toda magia tem um preço." Rumplestiltskin
Na serie, nós sabemos que toda magia, independente da intensidade, ou do motivo, vem com um preço. Assim como sabemos que na vida real toda ação, seja ela boa ou não, tem sua consequência.
4. Desistir não é uma opção.
"Aprendi há muito tempo que quando você acha algo pelo qual vale a pena lutar, você nunca desiste." Bella
Os heróis não possuem a opção de desistir, eles enfrentam o medo e encaram as dificuldades com toda a força e acreditam que estão fazendo isso não por eles mesmos, mas por todos os outros, principalmente pela família.
Enfrentar as dificuldades e os medos não é fácil, mas é algo importante. Conseguir alcançar nossos objetivos possuem maiores recompensas.

31 de março de 2018

What's in my bag #2

Segunda edição sobre o que tem na minha bolsa. Olhando o primeiro post, percebi que diminuí bastante a quantidade de coisas que carrego. Larguei a mochila durante a semana e levo o caderno na mão mesmo. 
O que levo: Estojo, óculos de grau ou de sol (quando estou usando um, o outro está na caixinha), chaves de casa e do escritório, pendrive, batom, carteira, meu querido planner e o celular que foi usado para tirar as fotos.
 Sempre com a maior quantidade de canetas coloridas possíveis e um remédio para dor de cabeça. 
E para finalizar, a bolsa.

23 de março de 2018

Sobre aceitação

Sempre fui muito tímida, sou daquelas que ouve mais do que fala. Acho que isso pode ser o motivo por sempre fazer amizades com pessoas extrovertidas, é meio que um equilíbrio.
Mas toda essa timidez acabou não me fazendo tão bem. As vezes alguma pessoa falava algo negativo sobre mim e eu ficava com aquilo na mente. Mas levei muitos anos para aprender a gostar mais de mim e a me aceitar como eu sou. Por isso, vou dividir o post em tópicos, e contar um pouco sobre cada aceitação, porque é algo que não acontece da noite para o dia, é algo que vamos aprendendo conforme vamos amadurecendo.

Sobre acne: Quando eu era adolescente, tive muito problema com acne e pele oleosa, todo o complexo de não ser bonita o bastante começou dessa época. Só quando tinha quase 18 anos é que tomei um remédio (por 8 meses seguidos) para tratá-las e melhorou, inclusive a oleosidade diminuiu. Mas ficaram algumas cicatrizes no rosto, algo que me incomodava. Fiz alguns tratamentos com laser e essas marcas acabaram diminuindo. Minha pele não está como eu gostaria, mas não me incomoda tanto.

Sobre o peso: Teve uma época que foram tantas pessoas me falando que eu "estava muito magra", que "deveria engordar uns quilinhos", e chegaram até a perguntar se eu estava doente. Lembro que no aniversário de 80 anos da minha avó materna, eu passei o final de semana inteiro me sentindo horrorosa. Cheguei até ir no médico para ver se estava tudo bem com a minha saúde mesmo. E nunca esqueci o que ele disse para mim. "Tem tanta gente querendo emagrecer e não consegue, e você com uma saúde perfeita querendo engordar? Não faça isso não. Você está ótima". Depois desse dia, parei de me importar se falavam que eu estava muito magra, e até cheguei a engordar uns quilinhos.

Sobre estrias: Quando cheguei na adolescência meu quadril cresceu de uma forma muito rápida, acho que foi por causa do ballet, e quando fui reparar estava cheia de estrias brancas. Se tivessem ficado vermelhas ainda dava tempo de tratá-las. Mesmo minha pele sendo branquinha, ficava muito incomodada com as estrias, evitava ao máximo ir ao clube ou à praia, e os biquínis sempre tinham que ter lacinhos do lado. Até que um dia eu vi o instagram chamado "Love Your Lines", que mostrava fotos diversas de pessoas com estrias, pessoas reais que não deixavam de ser lindas só por conta de algumas linhas. Então parei para pensar que toda essa vergonha que eu sentia fazia mal apenas para mim mesma, e parei de me importar com isso. Hoje uso biquíni e me sinto bem.  #loveyourlines

Sobre minha testa: Outra coisa que eu não gostava era minha testa grande. Ir a uma festa e prender a franja? Jamais! Meu cabelo sempre era partido ao meio para tentar disfarçar, só não usava franka porque a oleosidade do resto não permitia. Não sei quando comecei a parar de importar com isso, mas hoje sei que é algo que não posso mudar em mim. Ela é assim e pronto. E se a pessoa pensar que a minha testa é muito grande, é só fechar o olho!
Demorei alguns anos para perceber que não importa o que as pessoas pensam sobre mim. Não é todo mundo que vai achar meu cabelo bonito, tem gente que deve achar que eu deveria alisar o cabelo (e eu sei que tem, porque já me falaram), tem gente que já falou para eu enrolar ele mais (oi?). Vão ter pessoas que vão me achar pequena demais, ou magra demais, ou branca demais. E o que eu penso sobre mim é o que realmente importa. Acordar e me sentir linda é algo que consegui conquistar e não é um conjunto de críticas dito por alguém que vai mudar isso!

Você possui alguma história sobre aceitação? Deixe aqui nos comentários e vamos compartilhar autoestima conquistada! 

16 de março de 2018

30 antes dos 30

Ao longo dos meus 27 anos, já realizei tanta coisa que pensar em algo mais é até difícil. Acho muito importante ter gratidão pelas pequenas coisas e guardar na memória aqueles momentos inesquecíveis.

Não sou boa com metas, não sei cumprir listas mesmo amando fazê-las. Aquela de 101 coisas em 1001 dias foi deixada de lado. MAAAS, como tenho menos três anos para chegar aos trinta, tenho muito tempo para realizar cada um desses itens. 

1. Fazer uma viagem inesquecível.
Aí você me pergunta: Você nunca fez uma viagem inesquecível? Já sim! Muitas! Mas cada uma possui uma memória a ser guardada.

2. Fazer um piquenique romântico.
É sempre bom mudar a rotina do casamento, ainda mais quando é algo simples.

3. Conhecer um estado do Brasil que ainda não conheço. 
Só conheço Minas, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia. Hora de planejar alguma viagem diferente!

4. Comer algo "exótico".
Em 2016 eu experimentei um tal de sururu. Achei que seria nojento, mas até que foi legal experimental algo diferente. Estou pronta para a próxima aventura.

5. Tomar banho de cachoeira.
Até hoje visitei apenas uma cachoeira na vida. Não tive coragem de entrar na água pois estava muito fria. Pelo menos rendeu lindas fotos.

6.  Ver o sol nascer em outra cidade.
Não sou o tipo de pessoa que passa a noite acordada até ver o sol nascer, mas acordar mais cedo é comigo mesmo!

7. Planejar um réveillon bem diferente.
Ultimamente nossos finais de ano estão sendo bem normais. Foi ótimo planejar o Natal em 2017 na minha casa. E não preciso ser a anfitriã do réveillon, mas quero planejar algo animado!

8. Terminar a segunda faculdade.
Terminei Engenharia Ambiental e Sanitária e não sei onde encontrei motivação para enfrentar a Engenharia Civil. Comecei em uma turma já com panelinhas grupos formados e as vezes bate aquele pensamento "por que eu fui inventar isso?". Mas sigo firme e forte!

9. Tirar um projeto do papel.
Não que eu seja a pessoa mais sonhadora/empreendedora do mundo, mas nada adianta ter projetos que não dão em nada!

10. Decorar a casa para o Natal. 
A minha segunda melhor época do ano pode ser comemorada durante um mês inteiro se a minha casa tiver toda decorada.

11. Não comer carne por uma semana.
Se pudesse comeria churrasco todo dia. Esse item será mais que um desafio.

12. Ficar uma semana, no mínimo, sem consumir açúcar.
Eu sou uma formiga e penso em açúcar 24 horas por dia. Sei que consigo consumir menos açúcar, mas cadê a força de vontade?

13. Aprender a me alimentar melhor.
Eu como muito mal, as vezes bate aquela preguiça e a gente come lasanha congelada mesmo sabendo que não faz bem, fora a quantidade de doces que como ao longo do dia. Não quero ser fit, nem nunca mais comer frituras, mas quero aprender a comer mais frutas e verduras, parar com industrializados e me sentir bem por isso.

14. Fazer alguma atividade física regularmente.
Desde que larguei as aulas de ballet nunca mais fiz nenhuma atividade. O sedentarismo precisa acabar.

15.  Ter a rotina de tomar, no mínimo, um litro de água por dia.
Eu tenho muita dificuldade em tomar água, mesmo sabendo que é super importante para a saúde. 

16. Tomar todas as vacinas pendentes.
Eu morro de medo de agulhas, fujo o quanto der de tudo que envolve esses objetos. Mas isso é algo importante que não pode ser adiado, afinal, ficar doente é muito pior né?

17. Conseguir cuidar de uma horta.
Minhas habilidades com plantas estão melhorando, mas ainda mal consigo cuidar das cebolinhas. Nem sei quantas vezes já tentei plantar manjericão e nunca vai pra frente.

18. Aprender a fazer sushi
Amo comida japonesa, falo que quero aprender, mas não faço nada por isso.

19.  Desapegar de roupas que não uso, esvaziar gavetas.
Sempre tem aquela roupa que nunca usamos, mas está lá enchendo espaço no guarda-roupas, não é mesmo?

20. Aprimorar o inglês.
Eu fazia aulas quando estava no ensino médio, mas depois o único contato que tenho com o idioma é com filmes, séries e músicas. Preciso voltar a estudar!

21. Fazer algum trabalho voluntário.
Esse item nem deveria estar aqui, pois é algo horrível eu ter que anotar para realmente realizar.

22. Ir em um concerto.
Na minha cidade não tem muitos concertos ou apresentações de música, mas quero ir assim que tiver. 

23. Fazer um passeio cultural.
Seja visitar museus ou galerias de arte.

24. Ler a bíblia toda. 
Já li o novo testamento muitas vezes, mas algumas partes do novo testamento eu acabo pulando. 

25. Mudar o corte e a cor do cabelo.
Sempre achei difícil mudar o corte do meu cabelo, pois como ele é ondulado, tenho medo de cortar mais curto e ele ficar super volumoso e sem definição, igual era quando eu tinha uns 12 anos. Mas chega de medo e bora mudar!

26. Não ter medo de trocar de emprego.
A zona de conforto e o medo muitas vezes me atrapalham e preciso mudar isso.

27. Aprender a economizar.
Isso inclui não gastar dinheiro com coisas fúteis, coisas que não preciso e coisas que nunca irei usar. 

28. Postar uma foto de cada item concluído.
Como um lembrete de que o avanço sempre é bom, e farei posts sobre os itens também.

29. Escrever uma carta para mim mesma e abrir no meu aniversário de 30 anos.
Em andamento!

30. Permanecer com o mesmo blog por no mínimo cinco anos. 
Para a Aline do futuro: Mudar de url também não vale!

2 de março de 2018

Resuminho de fevereiro

Fevereiro, além do meu aniversário, foi um mês que mesmo tendo apenas 28 dias demorou para acabar. Ainda bem! 

Organização: Organizei minha estante de livros porque muitos estavam fora do lugar.
Só tem uma coisa que realmente me incomoda nessa estante. Comprei o livro "O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares" da editora Leya, e o segundo livro da coleção, "Cidade dos Etéreos", comprei da Editora Valentina. Agora tenho dois livros diferentes da mesma trilogia. E eles nem possuem o mesmo tamanho. Olha só que horrível!
Olha só esse infográfico lindo que está enfeitando nossa sala! Minha irmã que fez! Que talento, não é mesmo? 
Lendo: "O impostor que vive em mim", de Brennan Manning. Comecei agora, mas estou gostando bastante.

Assistindo: Falaram tanto de La casa de papel que comecei a assistir, junto com meu marido, e estamos torcendo para os bandidos. Estou me sentindo mal por isso. Assisti a primeira temporada de This is us, no início eu amei, mas depois, nem tanto.

Ouvindo: Rivers & Robots é minha banda favorita de sempre e eu amo essa música.